quarta-feira, 21 de julho de 2010

procurava algo de Jorge Sousa Braga...em vão...já postei tudo o que consigo encontrar na net....
...fica uma foto, alguém faça um poema à imagem...
têm as férias para o fazer :)))
que os dias vos sorriam

sexta-feira, 16 de julho de 2010

sábado, 10 de julho de 2010

"o amor é para os parvos"

(...)
O amor é para os parvos, eu sei, e a vida sem motivos é para os pobres de espírito; para os que não têm coragem, nem força, nem ânimo para morrer. (...)Pareço um mau actor de um mau filme, eu sei. Um desses com poucos diálogos e quase nenhuma acção, em que as pessoas conversam com as cadeiras e com as paredes com palavras que já ninguém usa, com frases que ninguém diz. É um bom motivo para que não voltes, eu sei
(...)
Manuel Jorge Marmelo

Hoje, numa livraria, relembrei este livro...

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A CÔR DO HORTO GRÁFICO

Dada a importância do texto e a ajuda que alguns elementos provenientes do Brasil e PALOP (países africanos de língua oficial portuguesa) podem dar aos colegas, assim como o professor Carlos Reis e a escritora Lídia Jorge, aqui ficam as principais actualizações, perdão, digo ATUALIZAçõES...
Última actualização do dicionário de lingua portuguesa - novas entradas:

Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão


Certamente muitos de vós já conhecem, mas achei piada a esta mensagem que me foi enviada por e-mail e resolvi colocá-la aqui. Pois perante tal acordo só nos resta mesmo brincar...

domingo, 4 de julho de 2010

destruir o valor do acto intelectual

Nem toda a gente é leitora, mas acho que, no fundo é porque as circunstâncias fazem que não sejamos todos leitores. A possibilidade está em todos nós. O que quero dizer é que suponho que há pessoas que nunca se apaixonam, suponho que há pessoas que nunca viajam, suponho que há pessoas que não têm uma certa experiência do mundo. E da mesma maneira, existem muitas pessoas que não são leitoras. Mas a possibilidade está dentro de nós.
...
Os leitores nunca foram a maioria. Se, por exemplo, todos os espectadores de um único jogo de futebol comprassem um livro, numa tarde, esse livro passaria a ser o best-seller mais espectacular da história da literatura.
...
Estamos a tornar-nos mais estúpidos porque vivemos numa sociedade na qual temos de ser consumidores para que essa sociedade sobreviva. E para ser consumidor, é preciso ser estúpido, porque uma pessoa inteligente nunca gastaria 300 euros num par de calças de ganga rasgadas. É preciso ser mesmo estúpido para isso.
Essa educação da estupidez faz-se desde muito cedo, desde o jardim de infância. É preciso um esforço muito grande para diluir a inteligência das crianças, mas estamos a fazê-lo muito bem. Estamos a conseguir destruir aos poucos os sistemas educativos, éticos e morais, o valor do acto intelectual.
...
um dos grandes problemas actuais dos bibliotecários é que os jovens que chegam às bibliotecas, e que estão habituados a utilizar a internet para fazer uma espécie de colagem de informação, não sabem ler. Não sabem percorrer um texto para extrair aquilo que precisam, repensá-lo, dizê-lo com as suas próprias palavras, comentá-lo, associá-lo ou resumi-lo - e sobretudo memorizá-lo.
Alberto Manguel



mais ainda na ípsilon de 2 de julho, sexta-feira

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ehehehe

Montt e as suas espantosas piadas.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

(Açores-uma boa definição na 1ºquadra)

É um lugar encantado
entre o mundo e a solidão
onde se espreita estrelas
e a vida cabe nas mãos

sento-me em frente ao mar
olho para longe do fim
perdem-se barcos na espuma
não sei é dentro de mim

e fico um pouco mais
gosto que anoiteça aqui
só neste lugar tudo faz sentido
mesmo sem ti
...

Letra de Mafalda Veiga



segunda-feira, 28 de junho de 2010

lá vai mais um ano escolar...

Estamos quase a virar costas a mais um ano lectivo...

domingo, 20 de junho de 2010

"Empire State of Mind" Jay-Z | Alicia Keys [OFFICIAL VIDEO]

Manhã de bom sossego com um jornal e café na praia. Havia algo verdadeiramente tranquilizante. Ainda não havia percebido o que permitia essa tranquilidade. Um telemóvel toca muito perto, demasiado próximo...percebi então que esse som infernal ainda não tinha perturbado o meu jornal, pelo menos durante uns bons 45/60 minutos! É difícil hoje em dia, não é?

Aqui fica uma musica da época. Como há fruta da época, as músicas também são mais de uma estação que outra e que são mais tranquilizantes no tempo certo.

sábado, 19 de junho de 2010

Porque este mundo não nos chega...

Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao
topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas
Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas
escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público
acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui
casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos
funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a
esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade
profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente
carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO
PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos
e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à
mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto
deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa
cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a
criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o
seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os
custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e
encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto
arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente
agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em
Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é
improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi
crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de
antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se
passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma,
peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque
intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal,
e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos
ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de
coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet,
apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre,
continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao
primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade
Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros
à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao
grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho,
há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e
alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente
punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza
com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque
aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes
imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico,
acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada
do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados
como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita
que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança,
contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e
indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças
desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores,
onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu
imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão?
Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo
Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de
um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por
negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco
sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas
gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as
redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em
Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram
sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e
lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e
negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Clara Ferreira Alves - "Expresso"

O Conto da Ilha Desconhecida

de José Saramago
"Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco. A casa do rei tinha muitas mais portas, mas aquela era a das petições. Como o rei passava todo o tempo sentado à porta dos obséquios (entenda-se, os obséquios que lhe faziam a ele), de cada vez que ouvia alguém a chamar à porta das petições fingia-se desentendido, e só quando o ressoar contínuo da aldraba de bronze se tornava, mais do que notório, escandaloso, tirando o sossego à vizinhança (as pessoas começavam a murmurar, Que rei temos nós, que não atende), é que dava ordem ao primeiro-secretário para ir saber o que queria o impetrante, que não havia maneira de se calar. Então, o primeiro-secretário chamava o segundo-secretário, este chamava o terceiro, que mandava o primeiro-ajudante, que por sua vez mandava o segundo, e assim por aí fora até chegar à mulher da limpeza, a qual, não tendo ninguém em quem mandar, entreabria a porta das petições e perguntava pela frincha, Que é que tu queres."


Saramago partiu em viagem da ilha desconhecida...

quarta-feira, 16 de junho de 2010





Este é para a Ana L., que é uma menina com pés pra andar... :))

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Só agora percebi porque razão anda tudo de cara lavadinha... :)
Tb resolvi lavar a minha!!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Massive Attack - Live With Me (Terry Version)



Lyrics to Live With Me :
Written by Robert Del Naja, Neil Davidge and Terry Callier

It don't matter
Where you turn
Gonna survive
You live and learn
I been thinking 'bout you babe
By the light of dawn
And midnight blue
Day and night
I been missing you
I been thinking about you baby
Almost makes me crazy
Come and live with me
Either way
Win or lose
When you run into trouble
You live the blues
I been thinking about you babe, yeah
See it almost makes me crazy child
Nothing's right
When you ain't here
I'll give all that i have
Just to keep you near
I wrote you a letter
And tried to
Make it clear
You just don't believe that
I'm sincere
I been thinking 'bout you baby
Plans and schemes
Hopes and fears
Dreams I deny
For all these years
I been thinking 'bout you babe
Living with me
Well
I been thinking 'bout you baby
Makes me wanna woo-oo-hoo
Woo-oo-hoo
Yeah
Child
Nothing's right
If you ain't here
I'll give all that I have
Just to
Keep you near
I wrote you a letter, darling
Try to
Make it clear
Oh but you
Just don't believe
That I'm sincere
Thinking 'bout you baby
I want you to live with me

domingo, 6 de junho de 2010

Digam lá o que disserem...


Vale sempre a pena olhar mais uma vez...e outra...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Um até sempre

João Aguiar, que seja acompanhado por uma brisa da tarde...


O Navegador Solitário, um livro com prazer na sua leitura. Guarda-se com muito carinho na memória.

"O único verdadeiro pecado do mundo terreno é a estupidez.
Não podes cometer esse pecado, Solitão. Não hei-de permitir uma traição tão grande e tão feia.
Estás à beira da vitória.
Ter uma vida física liberta de cuidados. Podes saborear o melhor. A beleza, o conforto, os objectos de arte, as mulheres, a comida, os vinhos, ah, Solitão, não podes fazer o que estão a pensar fazer, nunca o permitirei, hei-de quebrar essa decisão e alimentar esse medo, (...)."

fenómeno Hannah Montana by:

Ricardo Araujo Pereira.
"A série conta a história de Miley Stewart, uma adolescente normal e pacata frequentadora da escola que tem, no entanto, uma identidade secreta: depois das aulas, beneficiando de um astuto disfarce que consiste numa cabeleira loira, encanta o mundo inteiro como Hannah Montana, uma estrela pop de indumentária galdéria. Ou seja, durante o dia é uma vulgar rapariga, durante a noite é uma rapariga vulgar."

Depois disto, está tudo dito sobre Hannah Montana :)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

o passareite para alguém muito

Esssspeeeciaaalllllllll!!





terça-feira, 1 de junho de 2010




Olha que coisa mais linda,
mais cheia de graça
É ela menina
que vem que passa
Num doce balanço
caminho do mar
Moça do corpo dourado
do sol de Ipanema
O seu balançado
é mais que um poema
É a coisa mais linda
que eu já vi passar
Ah, porque estou tão sozinho
Ah, porque tudo é tão triste
Ah, a beleza que existe
A beleza que não
é só minha
que também passa sozinha
Ah, se ela soubesse
que quando ela passa
O mundo sorrindo
se enche de graça
E fica mais lindo
por causa do amor


Perante esta encomenda vinda por correio, só me ocorreu dizer, cantar, esta música!
Beijo às duas meninas, a que realizou e a que enviou! que o dia vos sorria :)