domingo, 25 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
old music...
terça-feira, 13 de maio de 2008
selo de colecção
quarta-feira, 23 de abril de 2008
os pricípios? tudo no livrinho...
Sempre ouvi dizer:
que com a comida não se brinca!!!
Mas esta brincadeira ficou espectacular.
Imagens recebidas por e-mail
terça-feira, 15 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Em terra de cegos...
"Escolas, e justiça pelas próprias mãos.
Ontem visitei uma escola no concelho de Sintra. Era a "semana da leitura" numa escola cuja biblioteca está permanentemente aberta das 08h00 às 22h00 por devoção dos seus professores. Os de várias disciplinas, de Português a Educação Física e Geometria - cada um faz uma escala para garantir um dos objectivos internos da própria escola: mantê-la aberta nesse período.
Havia alunos a ajudar no bar e no refeitório, porque não há pessoal suficiente. Alunos, funcionários administrativos e professores promoveram uma maratona de leitura.
A ministra da educação pede a estes professores para "trabalharem mais um pouco", coisa que eles já fazem há bastante tempo; ouvi alunos portugueses, africanos, indianos, do Leste europeu, a falar com orgulho da sua escola. Falando com eles, um a um, percebe-se entusiasmo. Percebo pela blogosfera uma grande vontade de fazer "justiça pelas próprias mãos" aos professores, mas vejo poucas pessoas com disponibilidade para ouvi-los nos corredores das escolas, quando fazem turnos de limpeza, quando atendem alunos em dificuldade ou fazem escalas para Português como língua estrangeira para rapazes ucranianos ou indianos que não entendem sequer o alfabeto ocidental, ou quando tratam dos problemas pessoais de alguns deles (ou porque não tomam o pequeno-almoço em casa, ou têm dificuldade em aceitar um namoro desfeito, ou andam na droga).
Os professores, estes professores, são um dos últimos elos (percebe-se isso tão bem) entre os miúdos e miúdas desorientados e um mundo que é geralmente ingrato. São avaliados todos os dias pelo ambiente escolar, pelo ruído da rua, pelas horas de atendimento, pelas reuniões que o ME não suspeita. Muitas vezes, as famílias não sabem o ano que os miúdos frequentam; não sabem quantas faltas eles deram; não sabem se os filhos estão de ressaca. Os professores sabem.
Essa vontade de disciplinar os professores, eu percebo-a. Durante trinta anos, uma série de funcionários que abundou "pelos corredores do ME" (gosto da expressão, eu sei), decretou e planeou coisas inenarráveis para as escolas - sem as visitar, sem as conhecer, ignorando que essa geringonça de "planeamento", "objectivos", princípios pedagógicos modernos, funcionava muito bem nas suas cabecinhas mas que era necessário testar tudo nas escolas, que não podem ser laboratórios para experiências engenhosas.
Muitos professores foram desmotivados ao longo destes anos. Ou porque os processos disciplinares eram longos depois de uma agressão (o ME ignora que esses processos devem ser rápidos e decisivos), ou porque ninguém sabe como a TLEBS é aplicada. Ninguém, que eu tivesse ouvido nas escolas onde vou, discordou da necessidade avaliação. Mas eu agradecia que se avaliasse também o trabalho do ME durante estes últimos anos; que se avaliasse o quanto o ME trabalhou para dificultar a vida nas escolas com medidas insensatas, inadequadas e incompreensíveis; que se avalie a qualidade dos programas de ensino e a sua linguagem imprópria e incompreensível.
Sou e sempre fui dos primeiros a pedir avaliação aos professores, porque é uma exigência democrática e que pode ajudar a melhorar a qualidade do ensino. Mas é fácil escolher os professores como bodes expiatórios de toda a desgraça "do sistema", como se tivessem sido eles a deixar apodrecer as escolas ou a introduzir reformas sobre reformas, a maior parte delas abandonadas uns anos depois. Por isso, quando pedirem "justiça", e "disciplina" e "rigor" (coisas elementares), não se esqueçam de visitar as escolas, de ver como é a vida dos professores, porque creio que se confunde em demasia aquilo que é "o mundo dos professores" com a imagem pública de um sistema desorganizado, oportunista e feito para produzir estatísticas boas para a propaganda."
Francisco José Viegas Há professores e professores...
( Mensagem recebida por e-mail)
segunda-feira, 17 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
do mar...
"A Menina pôs a sua cabeça dentro do cálice da rosa e respirou longamente.
Depois levantou a cabeça e disse suspirando:
- É um perfume maravilhoso. No mar não há nenhum perfume assim. Mas
estou tonta e um bocadinho triste. As coisas da terra são esquisitas. São
diferentes das coisas do mar. No mar há monstros e perigos, mas as coisas
bonitas são alegres. Na terra há tristeza dentro das coisas bonitas."
"A Menina do Mar", Sophia de Mello Breyner Andresen
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Coisas pequenas...
Voltamos, melhor, continuamos com as coisas pequenas, que é delas que se fazem as GRANDES
O meu primeiro presente de aniversário, garanto-vos: será o melhor! :):)))da minha João(zinha)
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Coisas Pequenas...

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Across The Universe - While My Guitar Gently Weeps
I look at you all see the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at the floor and I see it need sweeping
Still my guitar gently weeps
I don't know why nobody told you
how to unfold you love
I don't know how someone controlled you
they bought and sold you
I look at the world and I notice it's turning
While my guitar gently weeps
With every mistake we must surely be learning
Still my guitar gently weeps
I don't know how you were diverted
you were perverted too
I don't know how you were inverted
no one alerted you
I look at you all see the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at you all
Still my guitar gently weeps
Em resposta…
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Avé Lurdinhas
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Waterorgan Zadar, Croatia
o Orgão do Mar na croácia,degraus cravados em rochas
que têm no seu interior um interessante sistema de tubulações que,quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e,
dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais,sons aleatórios.
Criado em 2005, ganhou o prêmio europeu para espaços públicos.
(European Prize for Urban Public Space),
domingo, 20 de janeiro de 2008
Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street - NewTrailer
Um filme a ver...ou não...se não gostarem de musicais.
A Tim Burton´s film















