sexta-feira, 29 de junho de 2007

terça-feira, 19 de junho de 2007

cruzes credo

Cada qual carrega as suas cruzes! Cristo teve uma.


Eu, já vou na segunda...





domingo, 17 de junho de 2007

Esfola dedos, bota!

Esta tarde deu-me para isto...




Ainda consegui ver isto...



quinta-feira, 14 de junho de 2007

Bic Runga

When I see you smile
It feels like I'm falling
It's not for anybody else to know
The way your face could light the bitter dark of every street
In every town I'll ever go
It's not for anybody else to know
For anybody else to know
When I see you smile
First thing in the morning
It raises curtains on your lazy eyes
Could it be that you and I have the greatest love to ever be
How could this have ever been before?
It's not for anybody else to know
For anybody else to know
When Friday night arrives
We'll let it pass outside the door
This is not for anybody else
Anybody else to know
Bic Runga
Não conhecia esta Senhora da música, Bic Runga, confesso que é a primeira vez que oiço falar, neste caso que oiço cantar! foi depositada na minha caixa de correio electrónico e devo confessar que gostei imenso.
É uma pena eu ser uma nabiça a postar ou adicionar umas músicas aqui no blog...

domingo, 10 de junho de 2007

Apesar de já ter pulicado aqui esta foto, faço-o novamente.

A minha Pina Bausch.

Bateu-me uma saudade....

quarta-feira, 6 de junho de 2007

segunda-feira, 4 de junho de 2007

A viagem






Pelo meio encontramos um tubarão

sábado, 2 de junho de 2007

Enquanto...

A Estrada do Sucesso
Há alguns anos atrás

Deste por ti numa encruzilhada

Sabias que tinhas muito que andar

Só não sabias qual havia de ser a estrada
Querias dar-te a conhecer

Fazendo o que gostavas de fazer

E desse modo, talvez chegasses a enriquecer

E apontaste
À estrada do sucesso

Não é caminho fácil, não

Que eu também por lá andei

Sei o que custa vender

O que nos vem no coração
Bates à porta da companhia

E se acaso lhes agrada a tua melodia

Assinas um contrato e a partir daí

Eles tratam de te entregar à multidão
Pensa bem
Se te dá gozo viver

E ainda és novo

Não te esgotes para nada

Guarda um pouco do teu melhor

E leva-o contigo até ao fim da estrada


O público pode ser cruel

A ponto de um dia veres todo o teu mel

Falsificado, envenenado, transformado em fel

Se te entregares
À estrada do sucesso

Não é caminho fácil, não

Que eu também lá tenho andado

Sei o que custa vender

O que nos vem no coração
Bates à porta da companhia

E, se acaso, lhes agrada a tua melodia

Assinas um contrato e a partir daí

Eles tratam de te entregar à multidão
Vê lá bem
Não sei se o faça, se não

Estive a pensar noutro dia

Se hei-de vender a minha alma

À Companhia
Mas por mais que eles me pagassem

Era sempre eu quem perdia

Eu gosto muito de dinheiro

Mas gosto mais de alegria

Enquanto houver estrada para andar

A gente vai continuar

Enquanto houver estrada para andar

Enquanto houver ventos e mar

A gente não vai parar

Enquanto houver ventos e mar

Jorge Palma